quinta-feira, 10 de setembro de 2009

"O bem e o mal diluídos no novo reino das opiniões e das impressões, onde tudo vale porque nada vale para além das nossas circunstâncias. Uma nova amiba (a)moral que tudo aceita, excepto quando nos atinge na nossa pequenez.", Do lado de cá, ao deus-dará, de Bagão Félix.
"A ética da pedagogia não é a inacção do relativo. É, antes, a acção para principios de vida que deveriam cinstituir património insubstituível desta confundida humanidade.", Do lado de cá, ao deus-dará, de Bagão Félix.
"Deus nunca mandou matar em nome d'Ele. Como João Paulo II disse (...), todos os crentes devem unir esforços para que Deus não fique refém das ambições dos homens.", Do lado de cá, ao deus-dará, de Bagão Félix.
"Se Deus é a nossa intimidade absoluta, a Mãe é a nossa cumplicidade absoluta.
(...) Eis a vida, esse dom de Deus trazido ao mundo pela Mãe e certificado no mundo através do Senhor pela Graça de Sua Mãe.", Do lado de cá, ao deus-dará, de Bagão Félix.
"Entre o passado e o futuro, convencionou-se idolatrar o presente. Entre a memória e a utopia programou-se a aparência. Entre o que já foi e o que ainda não se sabe se vai ser inventou-se o estar. Entre a história e a tecnologia deixou-se germinar a ignorância indiferente.
O presente apenas existe no tempo que se torna passado. O presente é, apenas, esse momento fugaz que existe no tempo exacto em que desaparece. O presente é uma ínfima parede entre o passado e o futuro (...). O presente é a ausência de passado e de futuro. (...) O presente é o bilhete de identidade da rotina do instantâneo.
(...)
Quanto ao passado, oscila-se entre a memória curta e a diluição afectiva. (...)", Do lado de cá, ao deus-dará, de Bagão Félix.
"E a vida também não se hierarquiza.", Do lado de cá, ao deus-dará, de Bagão Félix.

(Porque as pessoas têm direito à dignidade e respeito tanto em vida como na morte, independentemente do lugar e situação sócio-económica.)
"A vida não se relativiza, nem é moeda de troca.", Do lado de cá, ao deus-dará, de Bagão Félix.